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A acupuntura é um método terapêutico antigo, utilizado há mais de 5000 anos, no Oriente. Foi criada na China, sendo mais tarde incorporada ao arsenal terapêutico da medicina em outros países orientais.


Achados arqueológicos da Dinastia Shang (1766 – 1123 AC) incluíam agulhas de acupuntura, carapaças de tartarugas e ossos, nos quais estavam gravadas discussões sobre patologia médica. O primeiro texto médico conhecido e ainda utilizado pela Medicina Tradicional Chinesa é o Tratado de Medicina Interna do Imperador Amarelo (Nei Jing Su Wen), escrito na forma de diálogo entre o lendário Imperador Amarelo (Hwang-Ti) e seu ministro, Qi Bha.


A acupuntura é a inserção de agulhas através da pele nos tecidos subjacentes, em diferentes profundidades e em pontos estratégicos do corpo para produzir o efeito terapêutico desejado. Os pontos de acupuntura distribuídos pelo corpo podem ser puncionados com agulhas ou aquecidos com o calor produzido pela queima da erva Artemisia Vulgaris, mais conhecida como moxa ou moxabustão. Podem, ainda, ser estimulados por ventosas e pressão.


Os chineses, ao longo destes milhares de anos, descreveram cerca de 1.000 pontos de acupuntura, dos quais 365 foram classificados em catorze grupos principais. Todos os pontos que pertencem a um dos grupos são ligados por uma linha imaginária na superfície do corpo, denominada meridiano. Para os chineses tradicionais, nosso organismo é formado de matéria e energia e é justamente a parte energética, a força vital ou Chi que circularia nestes meridianos e todas as doenças seriam consequentes a um distúrbio da circulação do Chi.


A visão tradicional da medicina chinesa está profundamente ligada a teorias baseadas no Taoísmo, sobre a dualidade Yin/Yang, sobre meridianos e outros conceitos bastante diferentes da ciência médica ocidental. Contudo, contribuições da Antropologia Médica, vem facilitando o entendimento destes conceitos capazes de dar respostas às demandas por cuidados da população.


O Yin e o Yang são aspectos opostos de todo movimento no universo. No corpo do homem existe um equilíbrio que pode ser alterado por diversos tipos de influências, como alimentar, comportamental, entre outras.


Evidências científicas acumulam-se acerca da eficácia da acupuntura e seu mecanismo de ação está sendo pesquisada em muitos centros médicos do mundo. No Ocidente, a acupuntura ganhou credibilidade, principalmente por seu efeito no alívio de diversos tipos de dores.


Todavia, a acupuntura não causa apenas um efeito analgésico, ela provoca múltiplas respostas biológicas. Estudos em animais e humanos mostram que o estímulo por acupuntura pode ativar o hipotálamo e a glândula pituitária, resultando num amplo espectro de efeitos sistêmicos, aumento na taxa de secreção de neurotransmissores e neurohormônios, melhora do fluxo sanguíneo e, também, a estimulação da função imunológica são alguns dos efeitos já demonstrados.


A Organização Mundial da Saúde (OMS) lista mais de 40 doenças para as quais a acupuntura é indicada. Para os chineses tradicionais, existem cerca de 300 doenças tratáveis por acupuntura, entre elas, sinusite, rinite, resfriado, faringite, amigdalite aguda, zumbido, dor no peito, palpitações, enfisema, bronquite crônica, asma brônquica, alterações menstruais, cólica menstrual, lombalgia durante a gravidez, ansiedade, depressão, insônia, mal-estar provocado pela quimioterapia, dores associadas com câncer, tendinites, fibromialgia, dores pós-cirúrgicas, síndrome complexa de dor regional, dermatites, gastrite, úlcera gástrica, úlcera duodenal, colites, diarréia, constipação, cefaléias, enxaqueca, paralisia facial, sequelas de acidente vascular cerebral (AVC), lombalgia, ciatalgia, artrose, artrites, entre tantas outras.

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Feng Shui

Somos natureza, seres entre o Céu e a Terra e por eles somos influenciados através de seus movimentos e mutações, o dia/noite, as estações, os climas e a geografia. A qualidade da relação do Homem com seu tempo, seu espaço, com seu semelhante e consigo mesmo determina o grau de harmonia e saúde. O Feng Shui nos harmoniza com a Terra, a Atrologia com os ciclos do Céu e a Medicina Tradicional Chinesa com a nossa própria natureza.

A acupuntura é a inserção de agulhas através da pele nos tecidos subjacentes, em diferentes profundidades e em pontos estratégicos do corpo para produzir o efeito terapêutico desejado. Os pontos de acupuntura distribuídos pelo corpo podem ser puncionados com agulhas ou aquecidos com o calor produzido pela queima da erva Artemisia Vulgaris, mais conhecida como moxa ou moxabustão. Podem, ainda, ser estimulados por ventosas e pressão.


Os chineses, ao longo destes milhares de anos, descreveram cerca de 1.000 pontos de acupuntura, dos quais 365 foram classificados em catorze grupos principais. Todos os pontos que pertencem a um dos grupos são ligados por uma linha imaginária na superfície do corpo, denominada meridiano. Para os chineses tradicionais, nosso organismo é formado de matéria e energia e é justamente a parte energética, a força vital ou Chi que circularia nestes meridianos e todas as doenças seriam consequentes a um distúrbio da circulação do Chi.


A visão tradicional da medicina chinesa está profundamente ligada a teorias baseadas no Taoísmo, sobre a dualidade Yin/Yang, sobre meridianos e outros conceitos bastante diferentes da ciência médica ocidental. Contudo, contribuições da Antropologia Médica, vem facilitando o entendimento destes conceitos capazes de dar respostas às demandas por cuidados da população.


O Yin e o Yang são aspectos opostos de todo movimento no universo. No corpo do homem existe um equilíbrio que pode ser alterado por diversos tipos de influências, como alimentar, comportamental, entre outras.


Evidências científicas acumulam-se acerca da eficácia da acupuntura e seu mecanismo de ação está sendo pesquisada em muitos centros médicos do mundo. No Ocidente, a acupuntura ganhou credibilidade, principalmente por seu efeito no alívio de diversos tipos de dores.


Todavia, a acupuntura não causa apenas um efeito analgésico, ela provoca múltiplas respostas biológicas. Estudos em animais e humanos mostram que o estímulo por acupuntura pode ativar o hipotálamo e a glândula pituitária, resultando num amplo espectro de efeitos sistêmicos, aumento na taxa de secreção de neurotransmissores e neurohormônios, melhora do fluxo sanguíneo e, também, a estimulação da função imunológica são alguns dos efeitos já demonstrados.


A Organização Mundial da Saúde (OMS) lista mais de 40 doenças para as quais a acupuntura é indicada. Para os chineses tradicionais, existem cerca de 300 doenças tratáveis por acupuntura, entre elas, sinusite, rinite, resfriado, faringite, amigdalite aguda, zumbido, dor no peito, palpitações, enfisema, bronquite crônica, asma brônquica, alterações menstruais, cólica menstrual, lombalgia durante a gravidez, ansiedade, depressão, insônia, mal-estar provocado pela quimioterapia, dores associadas com câncer, tendinites, fibromialgia, dores pós-cirúrgicas, síndrome complexa de dor regional, dermatites, gastrite, úlcera gástrica, úlcera duodenal, colites, diarréia, constipação, cefaléias, enxaqueca, paralisia facial, sequelas de acidente vascular cerebral (AVC), lombalgia, ciatalgia, artrose, artrites, entre tantas outras.

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