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Adequar a alimentação e saber dos seus efeitos sobre o nosso corpo é saber a maneira de se intervir nos casos do vazio ou plenitude dos órgãos e das vísceras. Através deste conhecimento, a MTC elaborou todo um procedimento para repor os gastos energéticos e da matéria, proporcionar a vitalidade e a longevidade celular, evitar os processos degenerativos, o envelhecimento precoce e principalmente o aparecimento de doenças graves.


Segundo a MTC, alimentar-se bem não significa, necessariamente, comer do melhor, do mais caro, do importado, mas sim, alimentar-se com os produtos que contenham a energia necessária para o corpo em determinado momento, energia essa que pode estar na vagem do feijão verde, no fígado da vaca, na casca de um fruto, entre outros, por exemplo.


De acordo com os dietistas chineses, a boa saúde depende da ingestão do Qi em grãos que nutre o Qi do estômago. Comer e beber indiscriminadamente danificam o baço e o estômago e altera o metabolismo predispondo a pessoa à doenças. Por exemplo: o consumo de alimentos gordurosos causa umidade-calor, lesão gástrica, azia e acúmulo de flegma no peito, que por sua vez, causa outras doenças, tais como carbúnculo e abcessos.


Um excesso de alimento picante estimula o acúmulo de calor no trato gastrointestinal, causando perturbações estomacais e hemorróidas. O alimento excessivamente azedo danifica Fígado, órgão que lhe é correspondente, mas também o baço, assim como o alimento excessivamente amargo, o fígado e os alimentos excessivamente salgados, o coração.


Segundo a dietética chinesa, os alimentos também possuem diferentes ações de acordo com os seus sabores. Sendo assim, para manter a saúde de uma pessoa, devem-se escolher os alimentos apropriados baseado na condição física individual.


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A cozinha chinesa e a Medicina Chinesa sempre estiveram muito relacionadas ao longo dos tempos. Cor, aroma e sabor não são os únicos princípios a serem seguidos na cozinha chinesa, os chineses têm uma crença tradicional no valor medicinal dos alimentos e que os alimentos e remédios têm a mesma origem.


O intelectual Yi Yin da dinastia Shang (séc. XVI ao XI aC.) elaborou a teoria: “harmonia dos alimentos”. Nesta, ele relacionou os cinco sabores: doce, azedo, amargo, picante e salgado às necessidades nutricionais dos cinco principais sistemas de órgãos do corpo: coração, fígado, baço/pâncreas, pulmões e rins e enfatiza o seu papel na manutenção da boa saúde. Na realidade, muitas plantas utilizadas na cozinha chinesa, tais como alho-poró, gengibre fresco, alho, botões secos de margaridas e cogumelos, têm propriedades de prevenção e alívio de diversas enfermidades.


Os alimentos, na concepção da MTC, constituem um dos fatores mais importantes na conservação e na manutenção da saúde. A filosofia chinesa, baseada nas leis do Universo, da Natureza, das concepções da vida e da morte, da física, das ciências puras e biológicas, levam-nos até um conhecimento superior.


A partir da teoria da dualidade dinâmica do Yin e do Yang, do princípio dos cinco movimentos, a Medicina Tradicional Chinesa reflete a integração do ser humano ao meio ambiente e desta integração os alimentos, tanto celestes (ar-oxigénio), quanto terrestres (alimento), sofrem intensas alterações sazonais, topográficas, geográficas e climáticas. Estas duas formas de energia, celeste e terrestre, inerentes ao alimento quando ingerido, farão parte do nosso corpo, nutrindo, fortalecendo, reparando, harmonizando as nossas funções energéticas e fisiológicas, ou podendo fazer alterações do funcionamento dos tecidos.


A Medicina Tradicional Chinesa concede uma importância relevante ao alimento na constituição da forma física e do psíquico para promover toda a nossa dinâmica da mente e do corpo.


Adequar a alimentação e saber dos seus efeitos sobre o nosso corpo é saber a maneira de se intervir nos casos do vazio ou plenitude dos órgãos e das vísceras. Através deste conhecimento, a MTC elaborou todo um procedimento para repor os gastos energéticos e da matéria, proporcionar a vitalidade e a longevidade celular, evitar os processos degenerativos, o envelhecimento precoce e principalmente o aparecimento de doenças graves.


Segundo a MTC, alimentar-se bem não significa, necessariamente, comer do melhor, do mais caro, do importado, mas sim, alimentar-se com os produtos que contenham a energia necessária para o corpo em determinado momento, energia essa que pode estar na vagem do feijão verde, no fígado da vaca, na casca de um fruto, entre outros, por exemplo.


De acordo com os dietistas chineses, a boa saúde depende da ingestão do Qi em grãos que nutre o Qi do estômago. Comer e beber indiscriminadamente danificam o baço e o estômago e altera o metabolismo predispondo a pessoa à doenças. Por exemplo: o consumo de alimentos gordurosos causa umidade-calor, lesão gástrica, azia e acúmulo de flegma no peito, que por sua vez, causa outras doenças, tais como carbúnculo e abcessos.


Um excesso de alimento picante estimula o acúmulo de calor no trato gastrointestinal, causando perturbações estomacais e hemorróidas. O alimento excessivamente azedo danifica Fígado, órgão que lhe é correspondente, mas também o baço, assim como o alimento excessivamente amargo, o fígado e os alimentos excessivamente salgados, o coração.


Segundo a dietética chinesa, os alimentos também possuem diferentes ações de acordo com os seus sabores. Sendo assim, para manter a saúde de uma pessoa, devem-se escolher os alimentos apropriados baseado na condição física individual.