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Na formulação Chinesa existe uma erva Imperatriz, esta vai determinar a ação da fórmula; as ervas Ministros ajudam a potencializar a ação do Imperador; já as ervas Assistentes são necessárias para o bem-estar da pessoa e cuidam do estômago para que este receba a fórmula, e, por fim, as ervas Mensageiras que levam as ervas para o local necessário.


Muitas vezes, para o tratamento com ervas tradicionais, os pacientes fazem uma decocção, ou seja, o preparo medicinal, utilizando uma fórmula com ervas puras. Hoje, porém, as fórmulas magistrais, são as de uso mais comum e já estão disponíveis no Brasil, em forma de cápsulas e gotas.


Os pacientes, muitas vezes, são orientados, segundo a dietoterapia chinesa, a não comerem certos tipos de alimentos ou a incluírem em sua alimentação algum alimento que os ajudará a equilibrar sua energia.


Em 1973, a descoberta de 14 livros médicos clássicos em Chang-She, província de Hunan, trouxe alguns dados sobre o início da medicina herbal chinesa. Estas fontes mencionam 52 doenças, 283 prescrições e 247 plantas.


O governo chinês publicou um dicionário de remédios herbais chinesas abrangendo 5767 tipos de substâncias medicinais, ainda que, na prática clínica só são usadas, regularmente, cerca de 300 ervas.


É curioso saber que diversas das fórmulas utilizadas hoje são as mesmas da época da Dinastia Han, com algumas pequenas alterações.


Estas fórmulas magistrais encontradas nos livros, em diversos idiomas, são utilizadas e estudadas em quase todos os países. No Japão, desde 1950 o Ministro da Saúde Japonês reconhece 148 dessas fórmulas como de utilidade pública.


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A fitoterapia chinesa é uma das principais modalidades de cura clínica do antigo sistema médico chinês. No entanto, não é tão bem conhecida no ocidente como a acupuntura, possivelmente porque é mais complexa e seus efeitos não são tão imediatos quanto os da acupuntura, que pode reduzir rapidamente a dor.


Além de empregar ervas ou plantas, a fitoterapia chinesa também utiliza minerais; insetos, como por exemplo, o bicho-da-seda, utilizado para tratar a pele; criaturas marinhas, como conchas de ostras; e partes de animais maiores como ossos de tigres.


No Brasil, no entanto, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) proÍbe o uso de partes de animais e esses componentes são substituídos por ervas de efeitos semelhantes.


A fitoterapia chinesa não se baseia nos agentes químicos de cada componente em separado. Os ingredientes não são escolhidos com base nos seus componentes químicos, mas sim nas capacidades energéticas, curativas e sinérgicas das ervas, isto é, a interação de uma planta com as demais.


Uma fórmula fitoterápica chinesa poderá englobar quatro ou mais plantas e cada uma delas com objetivos bem definidos, desde impedir efeitos colaterais indesejados à encaminhar os agentes principais ao local da doença.


As pessoas, muitas vezes, pensam que podem tomar o mesmo remédio fitoterápico para sempre, assim como elas tomam outros alimentos e suplementos nutricionais. A fitoterapia provoca mudanças na condição da energia do corpo, então, os ingredientes e suas dosagens precisam ser modificados periodicamente, dependendo da situação do indivíduo.


É essencial, para qualquer um que queira se beneficiar da fitoterapia chinesa, que faça uma consulta para obter uma avaliação com base nas teorias e técnicas de diagnóstico da medicina chinesa, assim, identificará quais meridianos e órgãos estão desequilibrados.


Na formulação Chinesa existe uma erva Imperatriz, esta vai determinar a ação da fórmula; as ervas Ministros ajudam a potencializar a ação do Imperador; já as ervas Assistentes são necessárias para o bem-estar da pessoa e cuidam do estômago para que este receba a fórmula, e, por fim, as ervas Mensageiras que levam as ervas para o local necessário.


Muitas vezes, para o tratamento com ervas tradicionais, os pacientes fazem uma decocção, ou seja, o preparo medicinal, utilizando uma fórmula com ervas puras. Hoje, porém, as fórmulas magistrais, são as de uso mais comum e já estão disponíveis no Brasil, em forma de cápsulas e gotas.


Os pacientes, muitas vezes, são orientados, segundo a dietoterapia chinesa, a não comerem certos tipos de alimentos ou a incluírem em sua alimentação algum alimento que os ajudará a equilibrar sua energia.


Em 1973, a descoberta de 14 livros médicos clássicos em Chang-She, província de Hunan, trouxe alguns dados sobre o início da medicina herbal chinesa. Estas fontes mencionam 52 doenças, 283 prescrições e 247 plantas.


O governo chinês publicou um dicionário de remédios herbais chinesas abrangendo 5767 tipos de substâncias medicinais, ainda que, na prática clínica só são usadas, regularmente, cerca de 300 ervas. É curioso saber que diversas das fórmulas utilizadas hoje são as mesmas da época da Dinastia Han, com algumas pequenas alterações. Estas fórmulas magistrais encontradas nos livros, em diversos idiomas, são utilizadas e estudadas em quase todos os países. No Japão, desde 1950 o Ministro da Saúde Japonês reconhece 148 dessas fórmulas como de utilidade pública.


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